Os meus olhos encheram-se de peixes. Eugénio, amarelo, explícito na sensibilidade. Camões, nos olhos a sua marca. Excêntrico, chama-se Dali, são cores. Torga, veste-se de negro, talvez saiba da morte. Pessoa, sempre ele, um vira casacas, à noite Caeiro. Eu, sou aquário, de ascendente (hoje), e só depois de Carneiro.
Rio dos amores
Há 3 horas

Olá poeta, quanto tempo, tão criativo,parabéns sempre pelos teus versos.
ResponderEliminarEspero que esteja tudo bem, com as aulas, com vc.
Felicidades.
Abraços.
Obrigado Amiga!
ResponderEliminarTudo vai bem.
Obrigado pela companhia, é um prazer
Beijo grande
Havia perdido o rasto desta casa, estimado amigo "Luso". Cheguei em boa hora, eu que também sou Aquário, amo Dali, venero Eugénio e, no tudo o mais, a respirar por guelras, tento a poesia.
ResponderEliminarBem-haja
Fraterno abraço
Mel
Cara Mel de Carvalho!
ResponderEliminarObrigado pela visita, é sempre um grande prazer saber que as minhas palavras merecem a sua atenção.
Um abraço de agradecimento